domingo, 20 de janeiro de 2013
Semana das Ciências Sociais e Humanas
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
PasseAR é DescobrIR
Na etiqueta deste blog - PasseAR é descobrIR - Projeto - podes encontar mais informações úties para iniciares o teu passeio pelo nosso património.
E não esqueças...
Passear é bom….
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
PasseAR é DescobrIR
Passear, descobrir, fotografar... e, mais tarde, divulgar à turma e à comunidade escolar.
Aguarda pelo Regulamento que um dos teus professores te vai entregar.
Desafia a tua família a participar!
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Dia da Música 2012
O Clube do Património tem nesta comemoração um dos momentos mais gratos do ano.
Foi dia 1 de Outubro, segunda feira, e as participações distribuíram-se pelos intervalos, com alunos talentosos a tocar piano, violoncelo, flauta e violino. No fim das aulas, a música soou mais forte, com dois grupos a atuarem no novo pátio da escola.
A todos os envolvidos, na decoração da entrada da escola e nos diferentes momentos musicais, os nossos Parabéns!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Património Mundial

http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2011/10/documentos-sobre-primeiro-voo-pelo-atlantico-sul-viram-registro-da-unesco/
Rui Pinto
domingo, 25 de dezembro de 2011
A Tradição do Presépio
em a sua origem somente no século XVI..Antes disso, na Idade Média, existiam presépios compostos por figuras ao vivo, muitas vezes com a presença de um burro e uma vaca, e com um bebé na manjedoura. Estas representações ajudavam os sacerdotes a ensinar a história do nascimento de Jesus, a um povo predominantemente analfabeto.
O Auto dos Reis Magos, de Gil Vicente, escrito a pedido da rainha D. Leonor para ser apresentado no Dia de Reis, foi uma forma pioneira de teatro religioso com as figuras do presépio ao vivo. Mais tarde passou a ser representado no adro das igrejas, para o povo assistir.
Por outro lado, existiam também os retábulos das igrejas, que representavam desde a Idade Média imagens do presépio, esculpidas, com maior ou menor relevo, em madeira.
A referência mais antiga a figuras de presépio em barro, em Portugal, encontra-se num documento do início do séc. XVI, em que se faz uma encomenda de figuras do presépio, para as infantas, filhas de D. Manuel I.
Realmente, só a partir dos finais do séc. XV/início do séc. XVI é que se pode falar em presépio, ou seja, as figuras das cenas de Natal libertam-se pouco a pouco das paredes dos altares, começam a aparecer pequenos grupos de figuras soltas, independentes umas das outras, que podiam ser admiradas de todos os lados e que permitiam montar cenas diferentes.
É esta a característica principal que distingue o presépio de todas as outras formas de representação do nascimento de Cristo: o presépio é modificável e pode ser montado de formas diferentes, numa época definida e num espaço de tempo estabelecido.
A partir daqui, as igrejas, os conventos e a corte encomendaram maravilhosos presépios a ceramistas, que eram montados no período do advento e guardados até ao ano seguinte. Destacam-se os elaborados presépios dos sécs, XVII e XVIII, que representavam, para alem das figuras principais, cenas do quotidiano e das regiões onde eram produzidos. Mais tarde saíram da corte e das igrejas passaram a enriquecer o Natal das casas privadas.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Ainda não é tarde!
O passado foi referido sem lamechice ou patriotismo serôdio. A História, tal como a entendo, não deve cingir-se apenas à compreensão do passado, mas deverá compreender o presente, permitindo criar planos para o futuro. É importante dizer sem acanhamento aos mais novos que, na verdade, fomos grandes, deixámos uma imagem respeitável nos quatro cantos do mundo, ao contrário de outros parceiros europeus, nomeadamente, os holandeses, os ingleses e os franceses. Em toda a costa da Ásia, em alguns casos, através de uma inteligente política militar e diplomática, impusemos a nossa vontade a povos locais, soubemos negociar e cativar outros, fizemos alianças com povos ricos e poderosos. Em suma, deixámos uma imagem de seriedade, de respeito e de estima, e, por toda a parte, fizemos amigos. Deixámos fortalezas, igrejas e vocábulos desde Ormuz a Sião e Malaca, até Macau e China e ao Japão. Ainda hoje há comunidades ao longo da costa da Ásia que falam português, que vibram com a Selecção Portuguesa e que se orgulham em ter um antepassado português.
Infelizmente, trocámos este capital cultural e humano por uns cheques europeus que se esfumaram no novo-riquismo e no alcatrão de estradas mal construídas. Agora que essa ilusão acabou, é tempo de mudar.
Depois de uma brevíssima conversa, no final da sessão, em que me lamentava sobre o facto de Portugal ter desbaratado esse precioso capital de boas relações entre estas nações da Ásia, o Sr. Comandante, respondeu-me que apesar de tudo “ainda não é tarde”.
Este ano de 2011, ano em que se comemora os 500 anos da chegada dos portugueses ao reino de Sião, constitui uma oportunidade para relançar pontes culturais, políticas, diplomáticas e comerciais com os povos da Ásia e, concomitantemente, reparar a ingratidão a que temos votado as comunidades que, por lá, ainda falam português e que, com muito custo, preservam, com orgulho, muitos vestígios de portugalidade.
Obrigado, Sr. Comandante Proença Mendes, e a toda a tripulação da Sagres!




