segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Palestras
Alunos e professores seguiram com muito agrado o retrato feito da vida destes homens do séc. XX, atuando em contextos históricos diferentes.
Agradecemos a disponibilidade dos nossos convidados e os conhecimentos que nos trouxeram.
domingo, 20 de janeiro de 2013
Semana das Ciências Sociais e Humanas
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
PasseAR é DescobrIR
Na etiqueta deste blog - PasseAR é descobrIR - Projeto - podes encontar mais informações úties para iniciares o teu passeio pelo nosso património.
E não esqueças...
Passear é bom….
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
PasseAR é DescobrIR
Passear, descobrir, fotografar... e, mais tarde, divulgar à turma e à comunidade escolar.
Aguarda pelo Regulamento que um dos teus professores te vai entregar.
Desafia a tua família a participar!
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Dia da Música 2012
O Clube do Património tem nesta comemoração um dos momentos mais gratos do ano.
Foi dia 1 de Outubro, segunda feira, e as participações distribuíram-se pelos intervalos, com alunos talentosos a tocar piano, violoncelo, flauta e violino. No fim das aulas, a música soou mais forte, com dois grupos a atuarem no novo pátio da escola.
A todos os envolvidos, na decoração da entrada da escola e nos diferentes momentos musicais, os nossos Parabéns!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Património Mundial

http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/2011/10/documentos-sobre-primeiro-voo-pelo-atlantico-sul-viram-registro-da-unesco/
Rui Pinto
domingo, 25 de dezembro de 2011
A Tradição do Presépio
em a sua origem somente no século XVI..Antes disso, na Idade Média, existiam presépios compostos por figuras ao vivo, muitas vezes com a presença de um burro e uma vaca, e com um bebé na manjedoura. Estas representações ajudavam os sacerdotes a ensinar a história do nascimento de Jesus, a um povo predominantemente analfabeto.
O Auto dos Reis Magos, de Gil Vicente, escrito a pedido da rainha D. Leonor para ser apresentado no Dia de Reis, foi uma forma pioneira de teatro religioso com as figuras do presépio ao vivo. Mais tarde passou a ser representado no adro das igrejas, para o povo assistir.
Por outro lado, existiam também os retábulos das igrejas, que representavam desde a Idade Média imagens do presépio, esculpidas, com maior ou menor relevo, em madeira.
A referência mais antiga a figuras de presépio em barro, em Portugal, encontra-se num documento do início do séc. XVI, em que se faz uma encomenda de figuras do presépio, para as infantas, filhas de D. Manuel I.
Realmente, só a partir dos finais do séc. XV/início do séc. XVI é que se pode falar em presépio, ou seja, as figuras das cenas de Natal libertam-se pouco a pouco das paredes dos altares, começam a aparecer pequenos grupos de figuras soltas, independentes umas das outras, que podiam ser admiradas de todos os lados e que permitiam montar cenas diferentes.
É esta a característica principal que distingue o presépio de todas as outras formas de representação do nascimento de Cristo: o presépio é modificável e pode ser montado de formas diferentes, numa época definida e num espaço de tempo estabelecido.
A partir daqui, as igrejas, os conventos e a corte encomendaram maravilhosos presépios a ceramistas, que eram montados no período do advento e guardados até ao ano seguinte. Destacam-se os elaborados presépios dos sécs, XVII e XVIII, que representavam, para alem das figuras principais, cenas do quotidiano e das regiões onde eram produzidos. Mais tarde saíram da corte e das igrejas passaram a enriquecer o Natal das casas privadas.




